06/09/2021 às 09h54min - Atualizada em 06/09/2021 às 09h54min

Fifa emite comunicado e diz que vai analisar relatório do jogo entre Brasil e Argentina

Marcos Eduardo Carvalho
Lucas Figueiredo/CBF
A Fifa (entidade máxima do futebol) se manifestou nesta segunda-feira (6) e disse que vai analisar o relatório da partida entre Brasil e Argentina, suspensa aos 5min do primeiro tempo no domingo (5).

Assim, o duelo originalmente válido pela sexta rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo do Catar-2022 segue sem uma definição do que vai acontecer.

Na oportunidade, fiscais da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entraram em campo e paralisaram a partida.

Com isso, queriam retirar quatro jogadores da seleção argentina sob alegação de que descumpriram os protocolos de segurança sanitária.

Isso porque, pelas regras brasileiras, quem vem de países como o Reino Unido (caso desses jogadores), existe a obrigação de se fazer uma quarentena de 14 dias, ou seja, não deveriam estar em campo.

No entanto, os argentinos alegam que havia um acordo com a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e governo brasileiro.

Assim, como os atletas foram impedidos de jogar, os argentinos se retiraram do campo, o árbitro suspendeu o confronto e a Seleção Brasileira ficou treinando no gramado da Neo Química Arena, palco do jogo em São Paulo.

“A Fifa lamenta as cenas anteriores à suspensão da partida entre Brasil e Argentina que impediram milhões de torcedores de desfrutar de uma partida entre as duas das mais importantes nações do futebol no mundo”, disse parte do comunicado.

FUTURO.

Agora, a Fifa também ressalta que as providências serão tomadas sobre o confronto cancelado.

“Os primeiros relatórios oficiais da partidas foram enviados à Fifa. Estas informações serão analisadas pelos órgãos disciplinares competentes e uma decisão será tomada no seu devido tempo", conclui a nota.

O goleiro Emiliano Martinez, os meias Emiliano Buendia e Giovani Lo Celso e o zagueiro Cristian Romero, que em tese não poderiam estar em casa, ao menos não foram deportados.

Assim, acabaram embarcando de volta para Buenos Aires com o restante da delegação.
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