03/11/2020 às 00h38min - Atualizada em 03/11/2020 às 00h38min

Trump x Biden: Quem leva as eleições norte-americanas?

Marcos Eduardo Carvalho
Divulgação
Chegou o dia! E, nesta terça-feira, acontecem as eleições presidenciais nos Estados Unidos. De um lado, o atual presidente, o republicano Donald Trump, que tenta a reeleição. Do outro, o democrata Joe Biden, que pela primeira vez tenta chegar ao poder.

Em uma campanha marcada por trocas de farpas e acusações, e apimentada por fatos como a pandemia do novo coronavírus e a mobilização contra atos racistas no país mais rico do mundo, agora será o dia de escolher quem ficará no cargo pelos próximos quatro anos.

As últimas pesquisas mostram o candidato democrata em vantagem. Como a do FiveThirtyEight, que coloca 51,7% para Biden e 43,3% para Trump. Assim, o atual presidente, que chegou a ser internado com a Covid-19 durante a campanha, terá que angariar muitos votos de última hora.

Além disso, este ano, muitas pessoas já votaram por correio – a prática já era realizada das eleições anteriores, mas aumento agora por causa da pandemia. Até esta segunda-feira, mais de 94 milhões de pessoas votaram desta maneira. Vale lembram também que no país o voto não é obrigatório.

Outro fator importante: o resultado oficial poderá demorar semanas para sair. Isso porque lá o voto ainda é manual e, se a vantagem de um ou de outro for apertada, o perdedor certamente pedirá recontagem dos votos.

Nos EUA, as eleições são indiretas. Isto é, o eleitor não vota no candidato. Ele vota nos delegados regionais e, estes, votam no presidente. São 538 no total. Para o presidente ser eleito, precisa do voto de 270 deles. Em 2016, por exemplo, a democrata Hillary Clinton teve mais votos do que Trump, mas perdeu a eleição pelo voto dos delegados distritais.

Independentemente de quem ganhar, o impacto será grande no mundo. O Brasil acompanha atentamente. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é abertamente alinhado a Trump e contrário aos democratas.
No lado regional, Santa Catarina hoje é governado por Daniela Reinehr (sem partido), alinhada com Bolsonaro e, consequentemente, mais alinhada com o atual presidente norte-americano. Assim, o resultado final poderá definir estratégias para busca de investimentos.

As cartas estão na mesa. Ou melhor, os votos estão na urna. E, nesta terça, será definido quem vai ser o novo homem mais poderoso do mundo.
 
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