18/10/2023 às 12h55min - Atualizada em 19/10/2023 às 00h01min

Barrados na Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA: frustrante e estressante.

No ponto de controle de imigração, os estrangeiros devem apresentar provas de que possuem o visto ou status de imigração apropriado para entrar no país.

Samantha di Khali Comunica
Divulgação
Barrados na Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA: frustrante e estressante.
Realizar uma viagem aos Estados Unidos é frequentemente a concretização de um sonho. Contudo, ser impedido de entrar no país pela imigração é, além de frustrante e humilhante, um desperdício de tempo e recursos financeiros cuidadosamente planejados. Todos que chegam do exterior a um aeroporto dos Estados Unidos, sejam cidadãos americanos ou estrangeiros, estão sujeitos à inspeção rigorosa realizada pelos funcionários da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).
No ponto de controle de imigração, os estrangeiros devem apresentar provas de que possuem o visto ou status de imigração apropriado para entrar no país. Além de fornecer a documentação necessária, é provável que os oficiais do CBP façam algumas perguntas relacionadas à estadia nos EUA. Eles estão autorizados a indagar sobre assuntos como cidadania ou status de imigração, motivo e duração da viagem, e até mesmo os itens pessoais que estão trazendo para o país.
É fundamental responder a cada pergunta de maneira honesta e completa, além de acatar quaisquer solicitações adicionais feitas pelos oficiais do CBP. Esses funcionários também têm o direito legal de realizar inspeções pessoais e de bagagem. Manter a calma, responder com paciência e sempre dizer a verdade são os principais elementos para garantir a entrada nos Estados Unidos. No entanto, caso haja alguma suspeita, a pessoa pode ser conduzida a uma sala para um interrogatório mais detalhado.
Um ponto importante a ser destacado é que os oficiais têm recusado a entrada de pessoas com base no conteúdo de seus telefones, especialmente em relação às atividades em redes sociais, como Instagram, Facebook e WhatsApp. Recentemente, as redes sociais se tornaram extremamente relevantes, pois denunciam turistas que estão trabalhando ou estudando ilegalmente, além de revelar conversas que podem comprometer famílias e indivíduos indocumentados que residem nos Estados Unidos.
De acordo com a advogada de imigração, Ingrid Domingues McConville, uma vez que uma pessoa é levada à sala de interrogatório devido a suspeitas, ela deve estar precavida, o que muitas vezes não ocorre. Mensagens trocadas e fotos em redes sociais serão investigadas, e isso pode "entregar" aqueles que têm algo a esconder. Uma vez que mentiras são descobertas, as pessoas são deportadas para seus países de origem, perdendo o direito de entrar nos Estados Unidos por um longo período.
Existem diversos fatores que levam as pessoas a serem barradas na entrada nos Estados Unidos, incluindo ter entrado irregularmente no país anteriormente, ter ultrapassado o período permitido para turistas (geralmente 6 meses), não conseguir comprovar meios de subsistência durante a estadia, não possuir passagem de volta, apresentar documentação incompleta, exibir comportamento inadequado ou fornecer informações falsas aos oficiais da imigração.
No entanto, na maioria das vezes, os oficiais de imigração não criam obstáculos para os viajantes, a menos que haja razões genuínas para isso.
Saiba mais sobre imigração: @dmvisalaw
 

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