05/03/2023 às 13h28min - Atualizada em 06/03/2023 às 00h00min

Psico e Neuroarquitetura: tendências mostram como os ambientes afetam nosso cérebro

Arquiteto explica os conceitos e influências nos ambientes de casa e trabalho

SALA DA NOTÍCIA Daniela Nucci
Divulgação

Você já ouviu falar em psico e neuroarquitetura? Para os amantes de arquitetura e decoração, esses dois conceitos tratam o estudo que analisa como o ambiente físico impacta no comportamento humano e como o mesmo responde aos estímulos interagindo com esses espaços. 



 

Segundo o arquiteto e designer de interiores, Guilherme Freiria,  especialista em conceitos de psico e neuroarquitetura, existem estudos científicos que mostram que um ambiente mais humanizado, ergonômico, confortável e estimulante, influencia diretamente na produtividade no trabalho e no bem-estar. 

" A psicoarquitetura é uma ciência nova que une arquitetura e psicologia para que a compreensão do que se deseja seja atingida de maneira profunda, alcançando um alto nível de conexão e assertividade nos projetos. Aqui, a arquitetura ultrapassa o âmbito estético e funcional, visando, sobretudo, os sentimentos e significados que os usuários atribuem para os espaços projetados, partindo do pressuposto de que tudo é emocional", pontua o arquiteto.


Considerando que a maioria das pessoas passa cerca de 90% do tempo em ambientes construídos, muitos aspectos destes ambientes fazem o nosso cérebro desenvolver diferentes sensações. 

 

Na pratica, isso  explica por que alguns gostam de madeira enquanto outros preferem pedra. Ou, por que outros preferem cinza ao invés de azul!


Já a  neuroarquitetura visa a criação de ambientes mais funcionais,  o que envolve uma certa informalidade e estímulos sensoriais alcançados na escolha de mobiliário, utilização de plantas e objetos de decoração, espaços de descontração, cores, elementos gráficos e texturas.  detalhe o especialista.

Para elaborar um projeto de neuroarquitetura, tudo vai depender do tipo de ambiente, tamanho do espaço, além, é claro, das exigências do cliente e condições do entorno da construção.

Não existe um padrão para se construir e aplicar a neuroarquitetura, mas alguns pontos em comum que são importantes na hora de elaborar um projeto, como: a acústica, a iluminação, quais as cores utilizadas e o que elas refletem, por exemplo.  

Assim, é fundamental que arquitetos e designers compreendam de fato como o cérebro do cliente responde aos estímulos externos e leve também em consideração suas experiências de vida e cultura, para projetar um ambiente personalizado e que proporcione bem-estar, já que isso é tudo na vida.


 
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