05/10/2020 às 16h32min - Atualizada em 05/10/2020 às 16h32min

Em setembro, SC arrecada R$ 2,52 bilhões, alta de 7,6% sobre o mesmo período em 2019; automóveis e energia têm queda

Da Redação
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) / Divulgação

A pandemia do novo coronavírus já deixou milhões de mortos no mundo todo e também prejudicou a economia em todos os países. Em Santa Catarina, não foi diferente. Porém, em setembro deste ano, o estado anunciou arrecadação de R$ 2,52 bilhões, um crescimento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Fazenda do governo do estado. Segundo a pasta, apenas com o ICMS foram arrecadados R$ 2,1 bilhões, uma alta de 9%.

Ainda de acordo com os dados divulgados pelo governo nesta segunda-feira, o setor metal mecânico foi o que apresentou maior índice de crescimento: 51,36% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em seguida, aparece o setor de material de construção, uma alta de 50,13% e o agronegócio, crescimento de 34,34% em relação ao mesmo período do ano passado.

O governador Carlos Moisés (PSL), que vem enfrentando turbulência na área política atualmente, com dois processos de impeachment, prevê melhora dos índices econômicos do estado. “Os dados mostram que economia catarinense está reagindo. Tivemos resultados positivos na geração de empregos, com mais de 18 mil novos postos de trabalho em agosto, e também na abertura de empresas. Adotamos medidas para garantir a retomada das atividades econômicas no estado e esse desempenho mostra que estamos no caminho certo”, disse.

Baixa.

Porém, nem todos os setores da economia catarinense tiveram um bom desempenho e sentiram os efeitos da pandemia. O setor automobilístico foi o mais afetado no estado, com queda de 17,35% em relação ao mesmo período do ano passado. O setor de energia caiu 13,52% e o de combustíveis teve queda de 5,86%, de acordo com os dados divulgados pela Secretaria da Fazenda.

O secretário Paulo Eli ressalta que o governo vem tentando minimizar o problema com ações de austeridade. "Muitos setores ainda sofrem com os impactos causados pela pandemia. Trabalhamos para minimizar os efeitos desta crise, com austeridade e responsabilidade nas contas públicas e com planejamento para que nossa economia retome aos patamares do início do ano", disse.


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