13/09/2022 às 17h06min - Atualizada em 15/09/2022 às 00h01min

Em curtíssima temporada, a peça Se Eu fosse Deus chega a Araucária

Com sessões agendadas para os dias 1 e 29 de outubro, a tragicomédia estreia no palco do Teatro da Praça

SALA DA NOTÍCIA Pedro Henrique de Lima Moraes
Divulgação
O que aconteceria com o mundo se você tivesse todo o poder para fazer o que quisesse? Será que você mediria as consequências de seus atos? Com essa premissa, a peça teatral Se Eu fosse Deus, do autor paranaense Jr. Manduchi, retorna aos palcos e chega ao Teatro da Praça, em Araucária (PR). Após uma temporada de estreia de sucesso, o Grupo Curitibanices apresenta duas sessões nos dias 1 e 29 de outubro, às 19h30.

Com trilha sonora original criada pelo músico André Richter, Se Eu fosse Deus apresenta um enredo centrado em sete personagens que convivem em uma pequena pensão. Durante uma reunião de condomínio, a história mergulha em preconceitos que partem de uma simples implicância da personagem Dona Rosa com o novo vizinho do apartamento 8.

Na história, após uma explosão combinada com a falta de energia, Salvador, Frederiko, Antonieta, Vitor, Dona Rosa e Patrícia levantam cada vez mais teorias e suspeitas absurdas até a tragicomédia atingir o caos completo.



Da reunião condominial ao caos em 50 minutos


Para o diretor e produtor cultural, Daniel de Mattos Keller, a peça traz o julgamento como principal narrativa. Machismo, religião, intolerância e abuso psicológico são apenas alguns dos temas presentes. “Por isso apostamos na tragicomédia. Dessa forma, conseguimos apresentar temas complexos de uma forma mais suave. Com personagens típicos e de fácil identificação, aumentamos as chances das mensagens chegarem ao público e das pessoas levarem essas discussões adiante no convívio cotidiano”, comenta o diretor.

Keller aponta que essa é uma oportunidade para levar mais do teatro independente à região metropolitana de Curitiba. “Não criamos a peça com isso em mente, mas iniciar uma nova temporada às vésperas das eleições, após um período econômico, social e político tão conturbado, torna essas novas sessões ainda mais especiais. Estamos animados e também muito orgulhosos por conseguir apresentar essa peça novamente e dessa vez, em outra cidade”.

A atriz Anidria Stadler - que este ano celebrou 30 anos de teatro - também marca presença com uma participação especial na peça.

Buscando discutir situações do cotidiano de forma leve, porém provocativa, o espetáculo ‘Se Eu Fosse Deus’, traz à tona essa inquietação: ‘O que te torna um ser melhor do que outro?’ ‘As suas decisões, forma de agir e preocupações interferem apenas na sua vida ou no seu núcleo e sociedade?’ Esses são apenas alguns questionamentos que essa peça me provoca. E você, se fosse Deus, o que faria?”, comenta a atriz.



A peça tem classificação indicativa para 16 anos e os ingressos já estão disponíveis pela plataforma Sympla R$30 e R$15 (meia entrada).

 
  • Ingressos para o dia 1/10:
https://www.sympla.com.br/se-eu-fosse-deus-teatro-da-praca---araucariapr__1701358
  • Ingressos para o dia 29/10:
https://www.sympla.com.br/se-eu-fosse-deus-teatro-da-praca---araucariapr__1701738


Serviço
Se Eu fosse Deus (Grupo Curitibanices)
Dias 1 e 29 de outubro, às 19h30, no Teatro da Praça.
End.: Rua São Vicente de Paulo, 1197, Sabiá - Araucária/PR.
Ingressos pela plataforma Sympla (R$ 30 e R$ 15).
Facebook: https://www.facebook.com/espetaculoseeufossedeus
Instagram: https://www.instagram.com/espetaculoseeufossedeus


Ficha Técnica
Grupo Curitibanices
Texto: Jr. Manduchi
Direção: Daniel de Mattos Keller
Elenco: André Moiano, Angélica Bueno, Daniel de Mattos Keller, Patty Sozzi, Lara Moutinho, Luana Johnson e Vilson Kurz (participação especial de Anidria Stadler)
Cenário: Vilson Kurz
Maquiagem: Taynara Siqueira
Luz e operação técnica: Nathan Balaguer
Trilha original: André Richter
Figurino e Produção: o grupo


Sinopse: "Se Eu fosse Deus" retrata personalidades e arquétipos espelhos de uma sociedade doentia. A montagem traz questionamentos contemporâneos que surgem a partir de uma reunião de condomínio onde, aos poucos, sete personagens vão se revelando com personalidades diferentes e conflitantes. Cada um com a sua verdade e os seus interesses. O espetáculo é uma tragicomédia que questiona: se você tivesse todo o poder necessário para fazer o que bem quisesse, como seria o mundo ao seu redor?
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