22/06/2022 às 08h43min - Atualizada em 22/06/2022 às 08h43min

Kremlin sugere possibilidade de execução de mercenários dos EUA em Donetsk

Da Redação
Divulgação
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse na terça-feira que mercenários americanos capturados na zona de combate na Ucrânia por forças rebeldes da região de Donetsk podem ser executados.

"Estamos falando de mercenários que ameaçaram a vida e invadiram a vida de nossos militares. E não apenas a nossa, mas também os militares da República Popular de Donetsk (DPR) e da República Popular de Luhansk (LPR). acusados ​​de serem mercenários", disse Peskov em entrevista coletiva em Moscou.

Peskov lembrou que os termos da Convenção de Genebra sobre Prisioneiros de Guerra não se aplicam a mercenários.

O destino dos cativos será determinado por um tribunal da autoproclamada República Popular de Donetsk, disse ele.

"Não podemos descartar nada (incluindo uma sentença de morte) porque é uma decisão judicial. Nunca comentamos sobre elas e, além disso, não temos o direito de interferir nas decisões judiciais", disse Peskov.

Na semana passada, a mídia britânica afirmou que dois americanos, Alexander Drueke e Andy Huynh, foram capturados perto da cidade ucraniana de Kharkiv.

A Rússia não confirmou nem refutou os relatos.

Questionado se Kiev entrou em contato com Moscou sobre a retomada das negociações de paz após uma reunião com o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelenskyy, o chanceler alemão Olaf Scholz e o presidente francês Emmanuel Macron, Peskov respondeu negativamente.

"Não, não houve (tentativas de retomar as negociações)", disse ele.

Mais de 4.500 civis foram mortos na Ucrânia desde que a guerra começou em 24 de fevereiro com a Rússia.

Mais de 14 milhões de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas, incluindo mais de 7,7 milhões que fugiram para outros países, segundo dados da ONU.
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