28/05/2022 às 10h31min - Atualizada em 30/05/2022 às 16h01min

Afinal, do que se trata o pé torto congênito?  

Pé torto congênito: Identificação e tratamento 

SALA DA NOTÍCIA Luciane T Maldonado
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O pé torto congênito é uma condição física em que o bebê nasce com os pés virados se curvando para dentro com pouca mobilidade nas articulações tanto do pé, quanto do tornozelo. Essa alteração se dá ainda na gestação devido a uma alteração nos ligamentos músculos, ossos do pé e tendões.  

É importante ressaltar que a doença não é associada a nada que os pais tenham feito na gestação, não se sabe ainda ao certo a origem dessa condição, mas de acordo com o ortopedista pediátrico Dr. Bruno De Mattos Campos, médico ortopedista pediátrico em Belo Horizonte,  é provável que esteja relacionada a problemas ambientais e genéticos.   
Mesmo nessa condição, a criança não sente dor devido a deformidade, mas ainda assim, na maioria dos casos ela atinge os dois pés e deixa a panturrilha do bebê mais fina e o pé e a perna um pouco menores - Reforça Dr. Bruno De Mattos  Campos, ortopedista pediátrico.



Como identificar e tratar essa doença?  

Já no período gestacional é possível realizar a identificação mediante o ultrassom a partir da 20° semana de gestação com o ortopedista pediátrico, mas a confirmação da existência da possível condição do bebê só acontece de fato após o nascimento mediante a avaliação do médico.  

O tratamento também é feito com o ortopedista pediátrico e deve ser realizado logo nos primeiros meses de vida, de preferência na primeira semana para que não haja a necessidade futura da realização de uma cirurgia mais extensa quando a criança for mais velha. 

 A correção 

Essa é a primeira fase do tratamento onde serão realizadas modelações suaves, seguidas de um gesso modelado que provavelmente será trocado semanalmente, levando o pé para uma posição normal. Segundo o Dr. Bruno de Mattos Campos (médico especalista em Belo Horzionte- MG) a quantidade de gessos dependerá da gravidade de cada pé. 

Prevenção da Recidiva 

A segunda fase do tratamento se inicia com o uso de um aparelho chamado órtese de abdução após o pé estar totalmente corrigido.  Esse aparelho previne o retorno da deformidade e deve ser usado por 3 meses durante todo o tempo e depois apenas 14 horas por dia até os 4 anos de idade. Para que não haja um retorno da deformidade, o uso correto do aparelho é essencial. 

Acompanhamento 

A fase final e de grande importância, se dá pelo contínuo acompanhamento do ortopedista pediátrico ao longo do crescimento para que qualquer problema ou recidiva seja imediatamente tratada e solucionada. 

Em síntese todo esse processo é realizado como o ortopedista pediátrico e é de suma importância desde a gestação, o acompanhamento com o médico e início rápido do tratamento para a prevenção e melhor tratamento para essa condição.  

Devemos ficar sempre atentos aos pequenos antes mesmo do nascimento para proporcionar uma condição de vida saudável no futuro. Para isso, agende uma consulta com um médico ortopedista pediátrico.

Nossos agradecimentos aos colaboradores dessa matéria. 

Dr. Bruno De Mattos Campos 
@ ortopedistapediatricobh 
www.drbrunodemattoscampos.com.br 
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