29/10/2021 às 12h14min - Atualizada em 30/10/2021 às 00h00min

Evento Zero, da Micromed, alerta sobre os riscos do Acidente Vascular Cerebral

No Dia Mundial do AVC, comemorado em 29 de outubro, a empresa esclarece sobre a importância da prevenção do acidente vascular cerebral por meio de visitas ao médico, exames periódicos e monitoramento da pressão arterial no consultório e em casa

SALA DA NOTÍCIA Rosangela Manchon
https://www.micromed.com.br/
Divulgação
No Dia Mundial do Coração (29 de setembro) deste ano, a Micromed - empresa nacional, com foco na experiência humanizada, na vanguarda da telemedicina e da inovação - abraçou a causa do cuidado com a saúde do coração por meio do lançamento da iniciativa “Evento Zero”, um propósito maior de empresa --- que visa conscientizar, prevenir e reduzir os eventos cardiológicos por todo o país, causados por negligência ou falta de informação. E agora alerta a sociedade sobre a hipertensão arterial que se não tratada pode provocar o AVC.

O AVC ocorre quando um vaso sanguíneo do cérebro é bloqueado por um coágulo (AVC isquêmico) ou se rompe (AVC hemorrágico). A área do cérebro onde ocorreu aquele evento vai ficar sem receber oxigênio e nutrientes que seriam levados pelo sangue. Em consequência disso, as células morrem, o que pode levar a danos temporários ou permanentes.

O número de mortes causadas por acidente vascular cerebral, o AVC, está crescendo desde 2019 em todo o país. De acordo com dados da Central Nacional de Informações do Registro Civil, o total de óbitos por acidente vascular cerebral no Brasil foi de 101.965, em 2019; 102.812, em 2020; e 84.426, de janeiro a 27 de outubro de 2021. Apesar de os idosos continuarem sendo o grupo com maior prevalência de vítimas, 17,2% dos óbitos por AVC em 2019 eram de pessoas entre 20 e 59 anos. O índice subiu para 18,5% no ano passado e chega a 20% entre janeiro e outubro de 2021.

Segundo o Ministério da Saúde, 25% da população total do país (cerca de 55 milhões de pessoas) têm hipertensão e apenas 20% recebem tratamento. A hipertensão costuma ser complicada por AFib - Fibrilação Atrial, e um estudo relata que 50-60% desses pacientes também têm pressão alta e 10-20% dos pacientes hipertensos têm AFib. AFib também aumenta o risco de acidente vascular cerebral e o dispositivo de ECG é muito importante para detectá-lo precocemente.

A fibrilação atrial é geralmente negligenciada porque os sintomas são frequentemente imperceptíveis e param logo após sua ocorrência. Para a detecção precoce, o monitoramento doméstico de ECG e o acesso remoto a dados precisos para análise por médicos são essenciais para o gerenciamento de condições de saúde cardiovascular.

Para nós, da Micromed, o Evento Zero que teve início com ações voltadas aos cuidados do coração, ganha o reforço com a conscientização da sociedade sobre a importância do controle da hipertensão arterial, que felizmente hoje tem como ser controlada e monitorada com equipamentos que o próprio paciente pode fazer uso, ajudando os médicos no acompanhamento de seus pacientes, explica Odelio Rodarte Arouca Filho, CEO da Micromed.

“Gostaríamos que todos se prevenissem, cuidassem da saúde e entendessem que quando a gente pede para fazer exercícios, alimentar-se adequadamente, dormir bem, observar o histórico familiar de doenças como hipertensão, arritmias e colesterol alto, estamos tentando evitar estas mortes. Para que isso aconteça, a prevenção é o único caminho e os exames médicos são fundamentais. A proposta como a do Evento Zero, encabeçada pela Micromed, possibilita prever e evitar eventos cardiológicos que, por negligência, hoje não são evitados”, esclarece dr. Carlos Alberto Pastore, cardiologista.

Sobre a Micromed
O pioneirismo tecnológico sempre foi a marca registrada da Micromed, desde 1992, quando desenvolveu o teste de esforço com três derivações. Também foi a primeira empresa a implementar um filtro digital, aperfeiçoando a qualidade do exame de teste de esforço. Em 1996, lançou o Ergo PC 13, um filtro digital de flutuação de linha-base e de rede, aperfeiçoando a qualidade do exame de teste de esforço. Em 1996, lançou Ergo PC 13, o primeiro sistema computadorizado para teste de esforço com 13 derivações, responsável por possibilitar o acesso de médicos a analisadores de gases portáteis. Até então, equipamentos maiores e de alto custo para teste de esforço cardiopulmonar ficavam restritos às universidades e centros de pesquisa. Depois disso, lançou diversos outros equipamentos e softwares para diagnóstico não invasivo em cardiologia, incluindo soluções de ponta como o Primeiro ECG Digital em Windows que se tornou líder de mercado, e uma plataforma de telemedicina adotada pelas maiores instituições de saúde do país. Disponibiliza, ainda, equipamentos da linha Air, que funcionam com tecnologia Bluetooth e esteira ergométrica feita especialmente de acordo com as necessidades dos brasileiros.
 
 
 
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