22/10/2021 às 20h52min - Atualizada em 23/10/2021 às 00h00min

O grande desafio do líder do século XXI

SALA DA NOTÍCIA Clarice Tatyer
Foto de divulgação

Até bem pouco tempo atrás entendia-se como fundamentais para o sucesso de uma empresa a estratégia de negócio adotada, os investimentos em tecnologia, portfólio e diversidade dos produtos e serviços oferecidos, sistemas e ferramentas de gestão entre outros. Tudo isso é de fato fundamental, mas não basta.  O avanço da tecnologia da informação e, principalmente, o desenvolvimento da comunicação digital, aumentaram exponencialmente a competitividade de mercado e, portanto, a disputa por um lugar de destaque ganhou contornos muito mais difíceis e complexos.  Sem a participação criativa, participativa, comprometida e transformadora de todos da equipe, o sucesso e a geração de bons resultados em uma empresa, não estarão nem de perto garantidos, pelo contrário.
Mas, conseguir o engajamento das pessoas não é tarefa fácil e tornou-se um dos maiores desafios dos líderes contemporâneos.

Como conseguir isso? Como transformar pessoas diferentes, com distintas necessidades e aspirações, em um corpo sólido, sustentável e caminhando no mesmo sentido? Este é o grande desafio das lideranças deste século, pois não há fórmula mágica.

Primeiro, é preciso entender que cada pessoa é um ser único. Na medida em que reconhecemos isso e respeitamos, o líder deve se preocupar em criar mecanismos para dar voz às qualidades e competências de cada um, sem nenhum preconceito ou receio. Deixar muito claro cada função e papel, quais as expectativas, os objetivos macro da empresa e da equipe, qual a importância de cada um na equipe e da equipe na empresa.

Apresentar resultados, bons ou ruins; quais são os indicadores e como estes são construídos e a relevância de cada um. Criar mecanismos de avaliação coletiva e individual, mas sempre num processo confiável e participativo onde o feedback tem duas vias, avaliador-avaliado e vice-versa.

Seguindo este caminho, a criatividade brotará, a paixão pelo negócio virá, o talento e a motivação humana aflorarão.

Nunca perder de vista que liderar é comunicar o valor e o potencial das pessoas de forma tão clara que elas passem a reconhecê-los nelas próprias.  As pessoas precisam sentir que têm um valor intrínseco, totalmente distinto de comparação com outras pessoas e que elas merecem atenção incondicional, independentemente de comportamento ou desempenho.

Por mais que o trabalho de engajar pessoas não tenha um caminho a ser seguido, potencializar os talentos dos colaboradores faz com que suas necessidades de “autoestima” da hierarquia de Maslow sejam satisfeitas e aumentam as chances de se ter um time engajado na empresa. 
O trabalho árduo e diário é condição sine qua non para bons e sustentáveis resultados.

Autora: Silvia Sanches especialista em transformação comportamental 
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